obs: automobilismo também é destaque aqui, não fazemos distinções entre esportes.
Trinta e cinco medalhas, 12 de ouro, nove de prata e 14 de bronze. Essa campanha brasileira nos jogos paraolímpicos de Pequim já é melhor (em quantidade de medalhas) que a da competição anterior, em Atenas 2004. Naquela ocasião, o Brasil teve 14 de ouro, 12 de prata e sete de bronze - 33 no total. Como faltam três dias de provas, o Brasil ainda tem chance de conseguir ainda a melhor marca entre os ouros (com informações do UOL).
Por que os atletas paraolímpicos do Brasil conseguem resultados absurdamente melhores que os olímpicos? E com renovação - se perdemos um Clodoaldo na natação, ganhamos um Daniel Dias e um André Brasil.
Bem, não creio que seja uma questão de esforço maior e superação dos para-atletas. Não é a toa que para poder competir em provas como essas, é preciso ter recursos, e só aí, já saimos na frente de africanos e caribenhos. As competições basicamente são com Asiáticos, Europeus, Norte-americanos e Australianos. A exceção é o sul-africano Oscar Pistorius, mas mesmo a África do Sul tem um nível de vida mais alto que o dos vizinhos africanos.
Também é de se pensar se todos os outros países investem nestes esportes. É possível que sim, supor que a medicina só avançou aqui é olhar demais o próprio umbigo. Além disso, ser atleta no Brasil - até de futebol - é uma dura luta. Instalações, incentivo, tudo isso falta um pouco.
domingo, 14 de setembro de 2008
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